Resposta ao Argumento de Não Divindades (AEND) de Horia Plugaru

  O artigo original encontra-se no site " infidels " com o título em inglês: "The Argument from the Existence of Nondeities (...

 


O artigo original encontra-se no site "infidels" com o título em inglês: "The Argument from the Existence of Nondeities (2013)" "O Argumento da Falta de Existência de Divindades (2013)".
O argumento levantado por Horia, chamado de AEND, surge da seguinte forma:
  1. Se o Deus teísta existisse, então o único mundo que ele criaria conteria apenas deuses - Seres que possuíram todos os seus atributos.
  2. O mundo existente não contém apenas deuses; de fato, neste mundo existem exclusivamente seres não divinos.
  3. Portanto, o Deus teísta não existe.
Horia em apoio de seu argumento diz que Deus sendo perfeito teria que criar seres perfeitos, que ainda que livres como Deus não pecariam, sendo eles iguais ao próprio Deus, os chamados deuses, pois se Deus criasse algo menor que o melhor possível, ele seria um criador imperfeito.

Ele segue seu raciocínio dizendo que essa criação de Deus precisaria ter os mesmos atributos que Deus, ser bondoso, amoroso, pessoal, ter livre arbítrio, e, até aqui tudo bem, mas ele prossegue dizendo que tais criaturas precisariam ser onipotentes, oniscientes e ter todos os atributos divinos de seu criador.

O que mais me surpreende no argumento de Horia é que ele já tem a resposta para essa questão tão óbvia, mas passa por ela, observa, fala sobre, e continua sua fala sem ver a solução diante dos seus olhos, vejam sobre o que estou falando quando ele diz:
"Obviamente, esse tipo de deus não possui uma das propriedades essenciais de Deus de acordo com teístas mais sofisticados: Ele não existe necessariamente, mas contingentemente (ocasionalmente), dado o fato de que Deus o trouxe à existência por um ato de vontade livre, não por qualquer obrigação de fazer assim. Consequentemente, o deus criado não é eterno no sentido de ter uma existência sem começo e sem fim, mas apenas no sentido de ser imortal, isto é, ter uma existência sem fim."
Após essa fala, ele prossegue seu argumento como se não fosse nada demais os tais "deuses" criados não terem o atributo da Eternidade. Deus então criaria esses seres (deuses) com todos os seus atributos, menos a Eternidade, porque obviamente é impossível tal coisa. Quanto a isso respondo:

1. Horia desconhece o princípio da Obrigação Moral e afirma em sua fala que Deus não está sobre nenhuma obrigação moral de criar qualquer coisa. O engano dessa afirmação, que ele diz serem os teístas que afirmam (e podia listar estes teístas), mas ainda que todos os teístas possam afirmar isso um dia, estão errados pelos seguintes motivos que mostrarei agora.

a) Deus é um ser moral, logicamente Ele está sujeito a obrigação moral.
b) Deus é um ser virtuoso e a virtude nada mais é que a submissão à obrigação.
c) Se Deus está acima da obrigação moral, isso implica que Ele, por sua vontade, poderia mudar a natureza da virtude e do vício, o que é absurdo.
d) Na verdade, se Deus não está sujeito a obrigação moral, é direito dEle fazer qualquer coisa e nada do que faça pode ser questionado, pois sua vontade cria o direito e tudo o que ele desejar, seja bom ou ruim, deve ser correto porque Ele simplesmente o deseja.
e) Se Deus não tem obrigação moral, não temos um padrão para julgar o seu caráter moral e não sabemos se Ele é digno de louvor ou condenação.
f) Se for assim, Ele não pode julgar a si mesmo, pois não possui nenhuma regra, senão a própria vontade, para comparar suas próprias ações.

Horia carrega o conceito soberianista sobre Deus, onde alegam que Deus pode fazer qualquer coisa que bem entender e nada lhe é impossível ou errado, simplesmente por ser Deus. É com esse pensamento que ele afirma que seria, então, possível Deus criar outros deuses como Ele próprio.

Quando a isso respondo, que nada ser impossível para Deus é muito evidente dentro das leis universais e princípios vigentes, mas que Ele pode fazer qualquer coisa livremente a seu bel prazer e vontade é absurdo! Isso não é soberania, é TIRANIA! Um Legislador que não respeita as próprias leis, ou que está acima delas? 

Quem deve obedecer e proteger as leis de uma nação com maior vigor e alma, os súditos ou seu rei? O seu rei certamente! O fato dele ser rei não o coloca acima das leis, pelo contrário, elas são tão importantes quanto o próprio rei, enquanto ele protegê-las e assegurá-las.

Outra vez,

Algumas pessoas afirmam isso ser contrário à natureza de Deus porque o rebaixa. Mas afirmar que Deus deve obediência a sua própria lei é rebaixar a sua pessoa? Não deveria ser o contrário? Um Deus que zela, cuida, guarda e confirma a sua lei neste mundo deve ser grandemente reverenciado e adorado! 

Mas o que é a lei? A lei maior é: "Amarás a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo". (Para os ateus que leem, não digo isso porque está escrito na Bíblia, mas sim porque é evidente ser o maior fim a ser desejado pelo homem, os que negam, teriam um padrão de vida maior? Creio que não!) Deus não deve se amar acima de todas as coisas? E não ama o próximo como Ele mesmo? Isso é rebaixá-lo? Certamente que não!

Outra vez,

Se Deus está sujeito a lei, dizem, isso revela então que para Deus existem coisas impossíveis e então, Ele não é onipotente.

Mas dizer que Ele não pode criar um ser como Ele próprio, como mostrarei a seguir, é concluir que Ele não seja onipotente? Que Deus não pôde criar um mundo perfeito, sem o pecado, é afirmar que Ele perdeu seu poder? Mas desde quanto deixar de fazer algo por respeitar leis e princípios é falta de poder? Agir arbitrariamente é que seria contrário a pessoa de Deus, mas uma impossibilidade não caracteriza impotência, ainda mais, quando analisamos essas supostas impossibilidades e vemos que são totalmente absurdas e contraditórias e não são impossibilidades em si a luz da razão! Logo para Deus não há nada impossível, dentro de suas leis e princípios vigentes.

Horia então conclui que Deus pode criar deuses iguais a Ele próprio, e que por não ter feito isso, Deus não existe. Mas se Deus não criou outros deuses como Ele, foi por uma impossibilidade absurda, que mostraremos a seguir, e que, ele próprio fala sobre, sendo essa a problemática da eternidade. Quando Deus criou o ser humano, deve ter dito bons motivos para fazê-lo e se não o fizesse, certamente pecaria, pois quem sabe fazer o bem e não o faz peca, mas como não pode pecar, nos criou, como somos e da melhor maneira possível como mostrarei.

2. Deus então criaria deuses, com todos os seus atributos sendo, onipresença, onisciência, onipotência, bondade, liberdade, perfeição e etc., menos com a eternidade porque isso seria impossível, como ele próprio afirma, mas como existir um Deus que não seja eterno? E como ser Deus se não for eterno? Se Deus possuí todos os atributos divinos, logicamente, sabemos que nenhum pode ser retirado dele, pois então ele não seria Deus em si, mas Horia em busca de sua criação perfeita, quer que Deus crie deuses imperfeitos! Pois se eles têm tudo de Deus, menos a eternidade dele, logicamente não são como Ele, e são imperfeitos ora. Onde está a perfeição nisso?

Chega a ser admirável aonde os ateus são capazes de chegar. Novamente, Deus possui tais atributos, como onisciência, onipotência e onipresença, justamente por ser eterno, pois sem a eternidade ele estaria atrelado ao tempo, espaço e limitado a eles, não podendo ter nenhum dos tais atributos divinos.

Eles podem objetar que mesmo não sendo eternos, Deus poderia dar a eles todo o conhecimento que possui e fazerem ser poderosos como Ele é, mas é possível dar conhecimento eterno a seres que não são eternos? Como fazer isso? Esses não querem que Deus faça o impossível, querem que Ele faça o ilógico! Porque o impossível Deus faz, mas coisas absurdas como essas, não é esperado que Ele faça.

O homem é o melhor que Deus poderia fazer e de fato o fez. Não somos eternos e nem temos os atributos divinos de Deus, apenas os atributos morais, que são os necessários e suficiente. A alma do homem sendo imortal possuí uma capacidade infinita de aprendizado e de crescimento em virtude, e isso é o melhor que Deus poderia nos dar e o suficiente para nós.

Horia continua sua argumentação levantando algumas questões que parecem ser importantes, mas de nada valem, como, se criar um Deus seria bom, criar dois seria melhor ainda, três melhores que dois e assim infinitamente. Mas sob que princípio multiplicar algo que seja bom o faz ser melhor ainda? Muita comida faz bem ao estômago? Muita água faz você nunca sentir sede ou lhe mata? O argumento de Horia gera um "ad infinitum", pois esses deuses criados, sendo como Deus, criariam outros deuses como eles e isso infinitamente. Ele ainda afirma que criar seres infinitos para Deus não seria impossível, pois se para Ele tudo é possível "ele pode criar qualquer coisa que seja logicamente possível", mas isso é logicamente possível? Sob que princípio? Deus criar seres infinitos e esses seres criariam outros seres infinitamente e assim por diante, isso tem alguma lógica? É inteligente? Não, jamais! Sim, apenas para Horia e seus defensores.

O argumento de Horia nem se dá o dever de resolver o problema dos seus deuses sem eternidade, de deuses imperfeitos, mas que para ele seriam criaturas perfeitas (Um Deus como criatura chega a ser cômico, pois quebra o próprio princípio básico de um Deus), e avança sobre proposições inferiores e totalmente ilógicas. Horia não sabe nada sobre Deus e não entende de leis e princípios básicos, primeiras verdades, leis da evidência, causalidade e etc., não dá para levá-lo a sério.

O que me maravilha é que isso vem de um ateu, justo aqueles que dizem ser os mais críticos e apoiadores de provas concretas sobre a verdade, mas Horia não dá prova de nada, e passa por cima de um monte de princípios fundamentais e chega no final do seu argumento como um herói e defensor da verdade. Não soluciona o principal problema das suas criaturas divinas sem eternidade e diz ter estabelecido um argumento convincente. Se o site Infidels, que diz oferecer argumentos e evidências que desafiam as crenças sobrenaturais, por respeito a eles mesmos, deviam retirar do site o argumento de Horia, pois ele não intimida nenhum teísta, pelo contrário, nos fortalece quanto a vossa ignorância com relação as verdades sobre Deus.

Outra vez,

Ele faz uma nota onde fala sobre a impossibilidade de um ser que não existe por necessidade ser chamado de Deus e ele se justifica dizendo que povos antigos acreditavam em seres que não continham todos os atributos divinos, chamando-os de "deuses", mesmo que eram contingentes (ocasionais), mas os povos antigos pensaram em muita coisa sobre Deus, e em sua maioria esmagadora, chegaram a conclusões ilógicas sobre ele, isso apenas prova que Deus deveria se revelar ao mundo, mediante a impossibilidade do homem em chegar-se para Deus, mas isso não justifica o seu argumento. Eu chamar um ser de "deus" faz dele um "Deus"? Posso chamar uma cadeira de mesa e ela se torna uma mesa? Claro que não! Um ser é o que ele é, e as criações deformadas de Horia podem ser qualquer coisa que ele queira dar nomes a elas, menos Deus de fato.

3. Outro argumento que Horia usa é sobre o suposto mundo perfeito. Não é um argumento novo, mas ele usa para acrescentar argumentos a favor do seu mundo com criações perfeitas. Como o mundo que conhecemos não é perfeito, existindo nele a maldade, pecado e dor, seque-se que Deus não é perfeito e logicamente que Deus não exista.

Já tratamos desse argumento, bastante usado por ateus, no nosso argumento sobre o Ateísmo na resposta a objeção IV. Mas falaremos mais sobre ele.

Os que dizem que este mundo não é perfeito por causa de sua maldade, dor, e pecado, apenas estão analisando sob o ângulo errado. O universo foi criado para a glória de Deus e na promoção da felicidade e da virtude. Essa, lembrem-se, é a finalidade do universo e ele está caminhando para isso. Os que veem o mundo hoje acreditam ser isso impossível devido à grande maldade que existe, agem como os que assistem um artista que suja uma grande tela, outrora branca, e não veem nada além de sujeira e borrões e logo deduzem que não há nenhum artista ali e vão embora, mas para os que ficam verão uma obra magnifica e administrável, que explicará toda a sujeira e borrões feitos anteriormente pelo artista.

Mas os ateus sugerem um mundo melhor com uma criação melhor, mas que provas eles podem nos dar que é possível existir um mundo melhor? Não podem! E quando tentam, com fracos argumentos, como no casso de Horia, com o seu mundo cheio de deuses, são totalmente ilógicos e criam mundos piores ainda. Mas não podem provar, pois de fato, não podem criar um mundo deles, pois só assim poderiam revelar que o seu mundo é melhor que o mundo de Deus. Então, só teorizam! Mais uma vez, como os ateus que dizem e exigem provas para tudo que se relaciona com Deus, engolem as piores aberrações e argumentos ilógicos e que não carregam provas nenhuma contra Deus, apenas teorias loucas? 

Os ateus precisam provar que outro mundo é melhor do que o atual, mas não podem, e teorizar não resolve o problema, pois esse é um casso que exige provas, pois é o que a natureza do caso admite. Que esse mundo é o melhor que possa ser, é o que afirmamos e sabemos ser. Para os que não acreditam e preferem irem embora sem esperar o artista terminar sua obra, pois não confiam nele, sinto muito, mas que peguem um quadro vazio do universo e criem seus mundos imaginários com deuses, fadas, duendes e etc., e provem que são melhores que Deus.

4. Outra falha desse argumento é que esses deuses são "criados", logo possuem uma causa e se possuem uma causa de existência, logo outra causa também pode ser motivo de destruição para eles. Pensar em deuses que são criados já é absurdo e em deuses que podem ser destruídos é pior ainda.

Deus é necessário, logo, jamais pode deixar de existir. Ele também não tem uma causa para existir, porque é eterno, e sendo assim não pode ter uma causa para o destruir. (Para mais detalhes sobre a causalidade leia nosso argumento sobre o Ateísmo em "Dificuldades do Ateísmo").

Também não existe nenhuma necessidade de milhares de deuses ou mais do que um. Um único Deus é o suficiente para criar e manter o universo. Se for afirmado o contrário é afirmar uma impossibilidade contra um Deus eterno, onipotente, onipresente, onisciente e que tenha todos os seus atributos naturais, o que é ridículo. Se Deus tem todos estes atributos, qual a necessidade de outro? Nenhuma! A menos que o já existente não seja tão bom, surge então, a necessidade de um Deus melhor, mas se o que já existe não é perfeito, como poderia ele criar outro ser de si mesmo melhor? Impossível! E chega ser ridículo ter que especular tais exemplos tão ilógicos.

5. Usam o versículo de Mateus 5.48 que diz: "Sede vós, pois, perfeito, como é perfeito o vosso Pai, que está nos céus." E concluem que se Deus deseja que suas criaturas fossem perfeitas como ele, deveria então, criar deuses em vez do homem.

Para isso é preciso afirmar que o homem não pode ser perfeito como Deus é, mas o que é perfeição? É ser eterno, onipotente, onisciente e ter todos os atributos naturais de Deus? Certamente que não, pois já mostramos a impossibilidade de termos tais atributos. Pela lógica então, sabemos que Deus apenas nos pede para sermos perfeitos moralmente como Ele é perfeito moralmente e isso é impossível ao homem? É impossível ao homem amar? Impossível amar o próximo como ele mesmo? Claro que não! Isso se tornou uma impossibilidade após o pecado do homem, mas Cristo a sanou na cruz trazendo de volta o homem a Deus, dando a sua justiça e graça e agora em Cristo Jesus, pelo seu Espírito, somos novas criaturas e santos diante de Deus.

Também é absurdo pensar Deus dando uma obrigação ao homem, no caso aqui, ser perfeito, sem que este pudesse de fato ser perfeito. Outra vez, todas as advertências encontradas na bíblia para os criminosos, desobedientes e pecadores se dá pela razão, da capacidade deles de serem perfeitos diante de Deus, mas escolheram desobedecer a suas leis mesmo assim. Não querendo viver pela fé e graça de Deus e escolhendo satisfazerem seus egoísmos e desejos contrários as leis de Deus.

Logo concluímos que o homem era o melhor que Deus podia criar, pois ele tem toda a capacidade de fazer aquilo que Deus requer que ele faça, e não seria necessário criar deuses para isso, até mesmo por sua ilogicidade como já mostrado.

Conclusão

Horia termina respondendo algumas poucas objeções, que parecem ter sido escolhidas a dedo, mas em nenhuma delas ele trata sobre o problema dos seus deuses sem eternidade e imperfeitos. Não resolve o problema de colocar em deuses finitos, um conhecimento eterno, onipotência, onipresença e todos os atributos naturais de Deus. Logo ele não resolve nada do que precisa ser resolvido e esclarecido. O mundo de Horia é perfeito só para ele, está sob os piores e ilógicos princípios e fere grande parte das leis que regem o universo.
Nome

Espinho na Carne,1, Graça,1, Livro,1, Oração,1, Paulo,1, Sofrimento,1, Vida Cristã,1,Adoração,1,Alma,1,Amor,1,Arqueologia,1,Arrependimento,7,Ateísmo,7,Avivamento,17,Batismo no Espírito Santo,1,Bertha Smith,1,Bíblia,1,Buscar a Deus,2,Charles Culpepper,4,Charles Finney,2,China,5,Comentários,1,Conversão,3,Criação,2,Criacionismo,1,Cristologia,2,Crucificação,1,Deus,1,Deuses,1,Diário de Oração,2,Escolas Cristãs,3,Espírito Santo,5,Estudo Bíblico,1,Evan Roberts,3,Evangelho,1,Fé,3,Florrie Evans,1,Frieza Espiritual,3,Genêsis,1,História da Igreja,5,Incredulidade,1,Inferno,1,Intimidade com Deus,1,Jonathan Goforth,1,Joseph Jenkins,1,Justiça de Deus,1,Legado,1,Louvor,1,Marie Monsen,1,Missões,2,O Enigma do Espinho,1,Obediência,2,Oração,12,Oração em Grupo,1,Oséias,1,País de Gales,5,Pecado,3,Perdão,1,Perseverança,4,Poder de Deus,1,Pregação,3,Promessas de Deus,1,Romanos,1,Rua Azusa,1,Salvação,1,Santificação,1,Séries,10,Sermão,1,Shantung,5,Silêncio,1,Sofrimento,4,Suicídio,1,Testemunho,5,Testemunho Pessoal,2,Transformação Social,1,Unidade da Igreja,2,Vida Cristã,4,
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José Roberto: Resposta ao Argumento de Não Divindades (AEND) de Horia Plugaru
Resposta ao Argumento de Não Divindades (AEND) de Horia Plugaru
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José Roberto
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