O Poder e os Perigos da Oração em Grupo

A oração particular é maravilhosa e importante para todo cristão, mas também devemos praticar a oração em grupo com nossos irmãos. Tal exper...

A oração particular é maravilhosa e importante para todo cristão, mas também devemos praticar a oração em grupo com nossos irmãos. Tal experiência também é ótima e muito útil. Nela há um misto de sentimentos e corações diante de Deus, onde uns choram, outros louvam alegres, alguns oram baixinho e outros altos. E essa multidão de corações rendidos a Deus, sendo cada um como um cheiro suave diante dele, torna o ambiente muito propício para a manifestação da glória de Deus no meio de sua igreja.

Confesso que minhas primeiras orações em grupo não foram agradáveis, pois era acostumado ao silêncio e o som leve da cachoeira onde eu orava, mas ver vários irmãos buscando a Deus é uma experiência que todo cristão precisa ter.

O auge de tais reuniões é quando Deus começa a tocar em cada um daqueles que oram. A presença dele se torna real e todos sentimos uma glória e união tão grande um com o outro que sentimos todas as orações se tornando uma só. Isso é lindo e maravilhoso.

"Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos." (Tiago 5:16)

O segredo da oração em grupo é a comunhão com cada irmão. Lembre-se que o Espírito Santo desceu sobre a igreja em Atos 2, quando todos oravam unidos e juntos.

Apesar da oração em grupo ser muito proveitosa, ela tem seus perigos. Como eu já disse, tive grandes problemas ao orar em grupo, mas isso não ocorreu por nenhuma falta de comunhão com os irmãos, mas sim, pelas extravagâncias de alguns que participavam da oração. Nem todos sabem orar, isso é evidente, e quando estive entre amigos para orar, logo percebi que um deles tinha um costume muito estranho. Ele orava altíssimo, e nada contra a oração em alto tom, pois se vem do coração e da alma, sendo de uma maneira correta é agradável, eu mesmo, em certas situações já gritei de alegria e também de desespero diante de Deus, mas nesse caso, o orador usava palavras muito fortes para expressar a sua condição de pecador. Usava palavras grosseiras e vexatórias contra si mesmo. Um outro amigo que orava conosco, se aproximou de mim e perguntou se eu estava conseguindo orar, respondi que não, e ele afirmou o mesmo, então propus a orarmos pelo nosso irmão que orava de forma incorreta.

Não julgo o irmão, creio que orava de coração, pelo contrário não usaria as palavras que usou, mas apenas se expressava de maneira muito errada e incomoda. Após alguns dias de ensino, ele mudou seu costume de orar ao ponto de ter se tornado prazeroso ouvi-lo orar a Deus.

O ideal é que o grupo tenha um foco idêntico na oração. Assim todos oram pelo mesmo objetivo e unidade. Todas as orações de sucesso na bíblia são dessa forma. Um grupo se reúne para pedir algo a Deus em particular. Podemos sim trazer diante de Deus outros assuntos, mas eles não devem ser o alvo maior da oração.

Levemos isto para o campo social. Imagine um grupo de moradores que vai até seu governante pedir por algo. Já é visto que em todos os casos onde grupos levam bastante coisas a se pedir, jamais conseguem tudo o que pedem e quando conseguem ganhar algo ganham em partes apenas. Já os que vão apenas com um único pedido, normalmente conseguem aquilo que pedem e o conseguem por inteiro.

É sempre ideal dar ao grupo um objetivo maior para a oração, quer seja a conversão de alguém, cura, libertação, avivamento em sua cidade e etc., assim, todos oram unânimes e com um mesmo clamor, mas o coração de todos precisa estar realmente naquilo que pedem.

Deixe-me falar mais sobre a oração em grupo, pois é uma tarefa árdua formar um grupo de oração, principalmente no início, onde você precisa juntar as pessoas para orar. Já cometi muitos erros quanto a isso. Não basta ter pessoas para orarem a Deus, essas pessoas precisam estar em sintonia, comunhão, santidade e com o mesmo espírito de oração.

Não chame qualquer pessoa. Pois a quantidade em si não é o mais importante. Duas pessoas orando em comunhão e unidas fazem muito mais do que dez pessoas que oram desordenadamente.

Primeiramente busque a direção do Espírito Santo. Já presenciei vários casos de irmãos manifestarem que foram tocados a chamares outro irmão para orarem juntos com um propósito e o outro irmão, após saber do chamado, relatar que o Espírito Santo também lhe havia mostrado que os dois deveriam orar juntos com aquele propósito.

Creio que já foi percebido aqui, que se tratando de oração, ninguém melhor do que o Espírito de Deus para te guiar, guardar, fazer crescer, lhe dar fé e confiança, batalhar com você e lhe ajudar em todas as áreas que se referem a oração.

O grande problema de muitos é não permitir que o Espírito Santo os guie e não aceitar obedecer a sua voz. Se vais orar em grupo, ouvir o Espírito Santo é de suma importância para ter sucesso.

Os perigos que rondam a oração em grupo são muito mais variados e abundantes do que quando se faz uma oração em particular. Isso ocorre devido ao poder da oração de um grupo para Deus. O diabo sabe disso, sabe o que significa as palavras de Jesus quando disse:

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus.” Mateus 18:19

Cristo assume o menor número possível para a formação de um grupo que é de duas pessoas! Ele quis utilizar-se de uma quantidade mínima de pessoas para aumentar a fé daqueles que o ouviam sobre a certeza de serem atendidos por Deus, caso se reunissem em grupo.

Perceba que o único requisito aqui é “concordarem”. Isso é o que se requer de qualquer grupo que decide orar junto. Precisam estar de acordo sob aquilo que vão orar!

A grande questão aqui está no fato de que, por vezes, o que pedimos a Deus a sós, precisa ser pedido em grupo. Chamar alguém para orar conosco, nos obriga a revelar o nosso desejo e isso nem sempre é agradável de se fazer. Pode exigir de nós um espírito de humilhação, quebrantamento, ajuda, miséria e na pior das hipóteses até nossa maldade. Mas o fato de exigir de nós que revelemos o desejo do nosso coração ao próximo, pode ser justamente o que Deus precisa para nos abençoar.

Agora, parece ser muito óbvio o fato de que, um grupo que ora, tem um peso muito maior do que quando um único indivíduo ora. Ter mais alguém envolvido na petição, a torna mais urgente e de maior necessidade.

Quando Nínive estava para ser destruída, sob o aviso divino do profeta Jonas, toda a cidade se pôs a orar, até o seu rei. Proclamaram um jejum por toda a cidade e até os animais. E mesmo sendo uma cidade que já estava debaixo do juízo divino, eram extremamente abomináveis em suas práticas públicas com orgias, sacrifícios impuros, roubo e etc. (Jonas 3:5-10) Deus se arrependeu de suas palavras, ouviu a oração daquele povo, mesmo sendo quem eram e atendeu as suas orações! O que Deus não faria se a sua igreja, que ele tanto ama, fizesse o mesmo?! Seria o povo pagão de Nínive mais esperto que nós?! Nós como igreja vamos ficar para trás desse povo?! Se eles foram ouvidos por Deus não seria muito mais a sua igreja?!

Veja cristão, o que está esperando? Já chamou alguém para orar com você? Quantos precisam? Dois já é o suficiente pelas palavras de Cristo, mas se conseguir mais pessoas, ora a certeza de Ele descer no meio de vocês e lhes dar o que pedem é infinitamente maior!

Se você orar sozinho, Deus pode ouvir a sua oração, mas se orarem em grupo, Deus vai ouvir as suas orações!

Ainda no texto de Mateus ele menciona “qualquer coisa que pedirem”. Mais uma vez Cristo se utiliza de uma expressão específica a fim de criar nos seus servos uma corajosa fé. “Qualquer coisa!”. A expressão denota o sentido de que mesmo sendo algo sem valor, ou sem importância ou algo insignificante, Cristo prometeu atender. Por óbvio, se pedimos algo, este algo, possui certo valor para nós, mesmo que possa parecer insignificante para outros, para Deus que ouve as orações, seu desejo é de imenso valor. Pelo simples fato de você estar orando por algo a torna valiosa diante de Deus! Por vezes nós pais atendemos aos nossos filhos com coisas que para nós não são objetos de importância, como balas e brinquedos, mas que mediante um pedido de um filho, nos dispomos a gastar com eles por coisas que nunca gastaríamos com nós mesmos! Me recordo quando criança, ver a minha mãe guardando e cuidando de alguns dos meus brinquedos. O que para ela poderia ser considerado lixo ou de varrer junto com a sujeira da casa e jogar fora, não era, simplesmente porque me pertenciam. Os brinquedos não tinham valor para ela pessoalmente, mas por mim, eles tinham algum valor pelo afeto que eu tinha com eles. Uma vez que os brinquedos eram importantes para mim, também tinham sua importância para com ela, ao ponto de guardá-los e cuidar deles por serem meus.

É nesse sentido que Jesus desejava se expressar! Qualquer coisa, mesmo que seja um brinquedo, pedido por uma criança, para Deus tem valor e ele prometeu atender!

Me recordo de um maravilhoso testemunho de uma missionária que nos confirma esse cuidado de Deus ao atender qualquer pedido que estamos dispostos a pedir a Ele em oração, quando Deus atendeu a oração de seus filhos por certos brinquedos específicos.

O texto abaixo é de uma carta que a esposa de um missionário na região fronteiriça norte-americana enviou para casa no século 19.

– Extraído de “Touching Incidentsand Remarkable Answersto Prayer” (Incidentes Tocantes e Notáveis Respostas à Oração), 1893.

Eu me lembro de um dia durante o inverno que se sobressai como um monumento na minha vida. O clima estava anormalmente frio, nosso salário não estava sendo pago regularmente e, quando o recebíamos, não era suficiente para cobrir nossas necessidades. Meu marido ficava fora de casa, viajando de um distrito para o outro, a maior parte do tempo. Nossos meninos estavam bem, mas minha pequena Rute estava enferma e, na melhor das circunstâncias, nenhum de nós tinha roupas adequadas. Eu remendava e tornava a remendar, mas meu ânimo estava caindo para um nível extremamente baixo. A água havia secado no poço, e o vento soprava pelas frestas no piso.

As pessoas na paróquia eram bondosas e generosas, mas o assentamento era novo, e cada família estava lutando para sobreviver. Aos poucos, minha fé começou a vacilar. Bem cedo na vida, fui ensinada a confiar em Deus e em sua Palavra, e eu pensava que já tinha aprendido minha lição. Eu tinha confiado nas promessas em outros tempos escuros, até descobrir, na prática, como Davi, “quem era minha Fortaleza e meu Libertador”. Nessa época, porém, uma oração diária por perdão era tudo o que eu conseguia oferecer.

O sobretudo do meu marido mal dava para o frio de outubro, e ele, muitas vezes, tinha que andar quilômetros de distância a cavalo para participar de alguma reunião ou funeral. Muitas vezes, nosso café da manhã era bolo indiano e uma xícara de chá sem açúcar. O Natal estava chegando, e as crianças esperavam seus presentes.

Eu me lembro que o gelo estava espesso e liso, e os meninos queriam muito um par de patins cada um. A Rute tinha colocado na cabeça que as bonecas que eu fazia não eram as mais apropriadas. Ela queria uma boneca bonita e grande, e insistiu em pedir uma para Deus em oração. Eu sabia que era impossível, mas como eu queria dar a cada criança o seu presente! Parecia que Deus havia nos abandonado, mas eu não contei nada disso para meu marido. Ele trabalhava de maneira tão sincera e intensa que eu achava que ele continuava tão otimista como sempre. Eu mantinha a sala de estar alegre com fogo aceso na lareira e tentava servir nossas escassas refeições da forma mais convidativa possível.

Um dia escuro e sem esperança

Na manhã da véspera de Natal, James foi chamado para visitar um homem doente. Eu embrulhei um pedaço de pão para o seu almoço – era o melhor que eu podia oferecer– envolvi o seu pescoço com meu xale xadrez e, depois, tentei sussurrar uma promessa, como sempre fazia, mas as palavras morreram em meus lábios. Deixei que ele fosse embora sem ela.

Aquele foi um dia negro e sem esperança. Persuadi as crianças a irem mais cedo para a cama, pois não suportava mais suas conversas. Quando Rute foi dormir, ouvi a sua oração. Ela pediu pela última vez, de maneira bem explícita, por uma boneca e por patins para seus irmãos. Seu rosto iluminado estava tão adorável quando ela sussurrou para mim: “Olhe, eu acho que os presentes estarão aqui amanhã bem cedo, mamãe”. Eu queria poder mover os céus e a terra para impedi-la de ser desapontada. Fui sentar-me sozinha e derramei as mais amargas lágrimas.

Pouco depois, James retornou congelado e exausto. Tirou as botas, e as meias finas saíram junto com elas. Seus pés estavam vermelhos e congelados. “Eu não trataria um cão dessa maneira, muito menos um servo fiel”, eu disse. Depois, quando olhei para cima e vi as espessas linhas no seu rosto e o seu olhar de desespero, percebi num segundo que James havia desistido também.

Eu trouxe uma xícara de chá para ele, me sentindo doente e tonta só de pensar. Ele pegou minha mão e ficamos sentados juntos por uma hora, sem dizer uma palavra. Minha alma estava tão cheia de desespero rebelde que eu queria morrer e me encontrar com o Senhor, e dizer para ele que a sua promessa não era verdadeira.

Encontrando paz

De repente, ouvimos um som de sinos, uma parada rápida e alguém batendo forte na porta. James se apressou em abrir. Lá estava o diácono White. “Chegou uma caixa de encomenda para você logo antes de escurecer. Eu trouxe para cá o mais rápido possível. Pensei que, talvez, pudesse ser para o Natal. Aqui está um peru que minha esposa pediu que eu trouxesse também e essas outras coisas que eu creio que lhes pertencem.” Era uma cesta de batatas e um saco de farinha. Conversando o tempo todo, ele trouxe a caixa e, depois, com uma despedida calorosa, foi embora.

Sem dizer nada, James encontrou um formão e abriu a caixa. Primeiro, tirou da caixa um cobertor vermelho bem pesado e, então, vimos que por baixo dele a caixa estava cheia de roupas! Naquele momento, pareceu que Cristo fixou em mim um olhar de repreensão. James sentou-se e cobriu seu rosto com as mãos. “Eu não posso tocá-las”, ele exclamou: “Eu não tenho sido fiel, justamente quando Deus estava me testando para ver se eu podia suportar. Você acha que eu não via que você estava sofrendo? E eu não tinha palavras de conforto para lhe oferecer. Agora, eu sei como pregar sobre o horror que é afastar-se de Deus.”

“James”, eu disse, segurando-o forte, “não se culpe assim. A culpa é minha. Eu é que deveria ter ajudado você. Vamos pedir perdão a ele juntos.”

“Espere um momento, querida, eu não consigo falar agora.”

Em seguida, ele foi para o outro cômodo. Eu me ajoelhei, e meu coração se quebrou. Em um instante, toda a escuridão, toda a teimosia foram embora. Jesus veio de novo e ficou diante de mim, mas, agora, com uma palavra de amor: “Filha!” Doces promessas de ternura e alegria inundaram a minha alma. Eu estava tão perdida em louvor e gratidão, que me esqueci de todo o resto.

Eu não sei quanto tempo James demorou para voltar, mas percebi que ele também havia encontrado paz. “Agora, minha querida esposa”, disse ele, “agradeçamos a Deus juntos. ”Então, ele derramou palavras de louvor – palavras da Bíblia, pois nada mais poderia expressar nossa gratidão.

Deus, nosso socorro infalível

Eram onze horas da noite. Empilhamos algumas toras de madeira frescas, acendemos as velas e começamos a examinar nossos tesouros. Tiramos da caixa um sobretudo do tamanho certo para James. Eu dancei ao redor dele, pois toda a minha leveza havia retornado. Na caixa, também tinha outro casaco, conjuntos de roupas quentes e três pares de meias de lã. Tinha um vestido para mim, vários metros de flanela e um par de botas árticas para cada um de nós. Dentro de um par de luvas que era, evidentemente, para James, havia um bilhete escrito assim: “Porque eu, o Senhor teu Deus, te seguro pela mão direita, e te digo: Não temas; eu te ajudarei” (Is 41.13).

Era uma caixa maravilhosa que havia sido montada com cuidado e muito amor, pensando em cada membro da família. Havia peças de roupas para cada um dos meninos, e um pequeno vestido vermelho para Rute. Havia luvas, cachecóis e gorros. Por baixo, no meio, havia uma caixa. Nós a abrimos e nela havia uma boneca! Eu caí em prantos novamente, e James chorou comigo de alegria. Depois, nós dois gritamos de novo, porque, logo atrás da boneca, havia dois pares de patins. Havia livros para nós e um envelope contendo uma moeda de dez dólares em ouro.

Por fim, choramos de novo por tudo que ganhamos. Já havia passado da meia-noite, e estávamos desfalecendo de fome e exaustos de alegria. Fiz uma xícara de chá, cortei um pedaço de pão fresco, e James ferveu alguns ovos. Sentamos na mesa perto do fogo. Como nos deliciamos na nossa ceia! Depois, ficamos ali um bom tempo conversando sobre nossa vida e como Deus sempre provou que era nosso socorro infalível.

Você não pode imaginar a cena das crianças na manhã seguinte! Os meninos deram um grito quando viram os patins. Rute pegou sua boneca e a abraçou apertado sem dizer uma palavra; depois, foi para o seu quarto e se ajoelhou ao lado da cama. Quando voltou, ela sussurrou para mim: “Eu sabia que já estaria aqui hoje, mamãe, mas eu queria agradecer a Deus do mesmo jeito.”

Tivemos muitos tempos difíceis depois disso, mas aprendemos a confiar nele, sem temer nada a não ser o perigo de duvidar do seu cuidado protetor. Por muitas vezes, nós provamos que: “Os leõezinhos necessitam e sofrem fome, mas àqueles que buscam ao Senhor, bem algum lhes faltará” (Sl 34.10).
Nome

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José Roberto: O Poder e os Perigos da Oração em Grupo
O Poder e os Perigos da Oração em Grupo
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José Roberto
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